O sonho do Vasco da Gama em contratar Richarlison segue vivo. Apesar de a negociação junto ao Tottenham (Inglaterra) ser complexa, principalmente pelo fato de um empréstimo não ser possível, devido a uma restrição imposta pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), o Cruzmaltino mantém esperanças de contar com o atacante.
Para tal, porém, o Vasco terá que comprar Richarlison, uma vez que o Tottenham, ao menos por ora, não aceita simplesmente rescindir seu contrato e deixá-lo livre no mercado. Acontece que a situação financeira atual do Gigante da Colina não é boa e as cifras referentes ao negócio são consideradas inviáveis para o clube carioca.
De acordo com o jornalista Diogo Dantas, do portal ''O Globo'', o Tottenham recusou, recentemente, duas propostas do Trabzonspor (Turquia) por Richarlison, sendo uma no valor de 15 milhões de libras (R$ 103,5 milhões na cotação atual) e a outra de £ 20 milhões (R$ 138 milhões). Ou seja, seguindo a lógica, o Vasco terá que desembolsar um valor superior a esses se quiser contratar - em definitivo - o jogador ainda na atual janela de transferências, que se encerra nesta sexta-feira (11/09).
Venda simbólica
Outra opção, considerada mais remota, é Vasco e Tottenham chegarem a um acordo ''simbólico'' pelo atacante. Dessa forma, o clube inglês venderia Richarlison ao Cruzmaltino por um preço figurativo e, ao fim de 2026, recompraria o atleta por um valor também simbólico pré-fixado. Na prática, a operação seria um empréstimo de curto prazo, mas disfarçado juridicamente de compra e venda definitiva.
Empréstimo, não
O Tottenham não pode emprestar Richarlison para o Vasco - ou para qualquer outro clube de fora da Inglaterra - pelo fato de já ter seis (número máximo permitido pela Fifa) atletas cedidos dessa forma para times de outros países.
Interesse mútuo
Paralelamente à vontade do Vasco em contar com Richarlison, há o desejo do atacante em se transferir para o Cruzmaltino, seu clube do coração, conforme ele próprio revelou em entrevista ao canal no YouTube ''Desimpedidos'' em março de 2024. A negociação só não se concretizará se o Tottenham realmente dificultar.