Os quatro primeiros dias do Rock in Rio 2026 tiveram queda de 15,5% no número de ocorrências registradas em comparação com o mesmo período da edição de 2024. Segundo o primeiro balanço das forças de segurança, foram 604 registros neste ano, contra 715 há dois anos. Nenhum caso de maior gravidade foi registrado.
A operação montada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro reúne 7.680 agentes das polícias Civil e Militar, do Segurança Presente, da Operação Lei Seca e do Corpo de Bombeiros.
A redução também apareceu nos furtos. O número geral desse tipo de crime caiu 12,8%. Considerando apenas furtos de telefones celulares, a queda foi de 4,3%.
A maior parte das ocorrências aconteceu dentro da Cidade do Rock, área cuja segurança interna é responsabilidade da organização do festival. Neste ano, 93,7% dos procedimentos foram registrados dentro do evento e 6,3% na área externa. Em 2024, 12,2% das ocorrências haviam acontecido fora do festival.
Polícia usa agentes à paisana contra furtos de celulares
O Núcleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Nupatri), da Polícia Civil, fez no Rock in Rio sua primeira atuação em um grande evento. Policiais à paisana circulam entre o público para identificar suspeitos envolvidos em furtos e outros crimes patrimoniais.
Uma das ações terminou com a prisão, em São Paulo, de um colombiano apontado como integrante de uma quadrilha especializada em furtar celulares em grandes eventos.
A investigação teve participação da 18ª DP (Praça da Bandeira), da Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (COANT) e das polícias militares do Rio e de São Paulo. Seis celulares furtados durante o festival foram encontrados com o suspeito e reconhecidos pelas vítimas.
Em outra ação, policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e do Nupatri prenderam dois mexicanos encontrados com celulares furtados durante o festival. Eles foram localizados em um hotel na região central do Rio de Janeiro e são investigados pela comercialização dos aparelhos.
Os celulares recuperados passarão por perícia antes de serem devolvidos aos donos. A investigação continua para tentar identificar outros integrantes da cadeia de furto e receptação.
Drone sem autorização é apreendido perto do festival
As forças de segurança também apreenderam um drone que sobrevoava sem autorização a área restrita do Rock in Rio no dia 5 de setembro.
O equipamento foi detectado pela equipe de monitoramento do espaço aéreo. A informação chegou ao Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICC-Móvel), instalado próximo ao BRT Parque Olímpico.
Policiais militares localizaram o piloto. Ele e o proprietário do drone foram levados para a delegacia instalada dentro do festival.
Segundo o registro da ocorrência, o piloto não tinha autorização para o voo no sistema da Força Aérea Brasileira, nem a documentação necessária para operar o equipamento. O drone, o controle, um cartão de memória e o case foram apreendidos.
PM mobiliza 4,5 mil policiais
A Polícia Militar mobilizou cerca de 4,5 mil agentes para a operação especial do Rock in Rio. O esquema cobre desde os acessos à Cidade do Rock até terminais e áreas usadas pelo público na chegada e na saída do evento.
A operação utiliza câmeras com reconhecimento facial e leitura de placas de veículos, além de drones e aeronaves. As imagens são enviadas ao CICC-Móvel.
A PM também colocou 177 viaturas nas ruas, além de policiamento montado e motopatrulhamento. Oito torres de observação foram instaladas no entorno da Cidade do Rock.
Seis pontos de bloqueio funcionam nas principais vias de acesso ao festival para controlar o fluxo de veículos e pessoas. Policiais bilíngues também fazem atendimento a turistas estrangeiros.
Lei Seca aborda 895 motoristas
Entre os dias 4 e 6 de setembro, a Operação Lei Seca abordou 895 motoristas nas fiscalizações relacionadas ao Rock in Rio.
Desse total, 247 fizeram o teste quantitativo com etilômetro. Dois apresentaram resultado positivo para presença de álcool de até 0,33 mg/l.
Nos dois casos, foram aplicadas as medidas administrativas previstas, com multa e retenção do veículo até a apresentação de um motorista habilitado e sóbrio.
Outros 77 motoristas se recusaram a fazer o teste. A recusa também prevê multa e retenção do veículo.
No estande da Lei Seca dentro do festival, cerca de 680 pessoas participaram das atividades entre sexta-feira e sábado, incluindo testes com bafômetro e óculos que simulam os efeitos da embriaguez.
Bombeiros registram apenas um incidente leve
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro registrou apenas um incidente leve durante a primeira semana do festival. Não houve ocorrência considerada grave.
Antes da abertura dos portões, as equipes vistoriaram palcos, brinquedos, saídas de emergência e postos médicos.
Durante o Rock in Rio, 140 bombeiros se revezaram em pontos estratégicos no entorno da Cidade do Rock. A estrutura conta com ambulâncias, viaturas de salvamento, uma unidade preparada para atendimento a múltiplas vítimas e plataformas mecânicas de 42 metros.
Três unidades operacionais também permaneceram de sobreaviso para eventual reforço.
Os quatro primeiros dias do Rock in Rio 2026 tiveram queda de 15,5% no número de ocorrências registradas em comparação com o mesmo período da edição de 2024. Segundo o primeiro balanço das forças de segurança, foram 604 registros neste ano, contra 715 há dois anos. Nenhum caso de maior gravidade foi registrado.
A operação montada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro reúne 7.680 agentes das polícias Civil e Militar, do Segurança Presente, da Operação Lei Seca e do Corpo de Bombeiros.
A redução também apareceu nos furtos. O número geral desse tipo de crime caiu 12,8%. Considerando apenas furtos de telefones celulares, a queda foi de 4,3%.
A maior parte das ocorrências aconteceu dentro da Cidade do Rock, área cuja segurança interna é responsabilidade da organização do festival. Neste ano, 93,7% dos procedimentos foram registrados dentro do evento e 6,3% na área externa. Em 2024, 12,2% das ocorrências haviam acontecido fora do festival.
Polícia usa agentes à paisana contra furtos de celulares
O Núcleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Nupatri), da Polícia Civil, fez no Rock in Rio sua primeira atuação em um grande evento. Policiais à paisana circulam entre o público para identificar suspeitos envolvidos em furtos e outros crimes patrimoniais.
Uma das ações terminou com a prisão, em São Paulo, de um colombiano apontado como integrante de uma quadrilha especializada em furtar celulares em grandes eventos.
A investigação teve participação da 18ª DP (Praça da Bandeira), da Coordenadoria de Operações com Aeronaves Não Tripuladas (COANT) e das polícias militares do Rio e de São Paulo. Seis celulares furtados durante o festival foram encontrados com o suspeito e reconhecidos pelas vítimas.
Em outra ação, policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e do Nupatri prenderam dois mexicanos encontrados com celulares furtados durante o festival. Eles foram localizados em um hotel na região central do Rio de Janeiro e são investigados pela comercialização dos aparelhos.
Os celulares recuperados passarão por perícia antes de serem devolvidos aos donos. A investigação continua para tentar identificar outros integrantes da cadeia de furto e receptação.
Drone sem autorização é apreendido perto do festival
As forças de segurança também apreenderam um drone que sobrevoava sem autorização a área restrita do Rock in Rio no dia 5 de setembro.
O equipamento foi detectado pela equipe de monitoramento do espaço aéreo. A informação chegou ao Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICC-Móvel), instalado próximo ao BRT Parque Olímpico.
Policiais militares localizaram o piloto. Ele e o proprietário do drone foram levados para a delegacia instalada dentro do festival.
Segundo o registro da ocorrência, o piloto não tinha autorização para o voo no sistema da Força Aérea Brasileira, nem a documentação necessária para operar o equipamento. O drone, o controle, um cartão de memória e o case foram apreendidos.
PM mobiliza 4,5 mil policiais
A Polícia Militar mobilizou cerca de 4,5 mil agentes para a operação especial do Rock in Rio. O esquema cobre desde os acessos à Cidade do Rock até terminais e áreas usadas pelo público na chegada e na saída do evento.
A operação utiliza câmeras com reconhecimento facial e leitura de placas de veículos, além de drones e aeronaves. As imagens são enviadas ao CICC-Móvel.
A PM também colocou 177 viaturas nas ruas, além de policiamento montado e motopatrulhamento. Oito torres de observação foram instaladas no entorno da Cidade do Rock.
Seis pontos de bloqueio funcionam nas principais vias de acesso ao festival para controlar o fluxo de veículos e pessoas. Policiais bilíngues também fazem atendimento a turistas estrangeiros.
Lei Seca aborda 895 motoristas
Entre os dias 4 e 6 de setembro, a Operação Lei Seca abordou 895 motoristas nas fiscalizações relacionadas ao Rock in Rio.
Desse total, 247 fizeram o teste quantitativo com etilômetro. Dois apresentaram resultado positivo para presença de álcool de até 0,33 mg/l.
Nos dois casos, foram aplicadas as medidas administrativas previstas, com multa e retenção do veículo até a apresentação de um motorista habilitado e sóbrio.
Outros 77 motoristas se recusaram a fazer o teste. A recusa também prevê multa e retenção do veículo.
No estande da Lei Seca dentro do festival, cerca de 680 pessoas participaram das atividades entre sexta-feira e sábado, incluindo testes com bafômetro e óculos que simulam os efeitos da embriaguez.
Bombeiros registram apenas um incidente leve
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro registrou apenas um incidente leve durante a primeira semana do festival. Não houve ocorrência considerada grave.
Antes da abertura dos portões, as equipes vistoriaram palcos, brinquedos, saídas de emergência e postos médicos.
Durante o Rock in Rio, 140 bombeiros se revezaram em pontos estratégicos no entorno da Cidade do Rock. A estrutura conta com ambulâncias, viaturas de salvamento, uma unidade preparada para atendimento a múltiplas vítimas e plataformas mecânicas de 42 metros.
Três unidades operacionais também permaneceram de sobreaviso para eventual reforço.