O Rio de Janeiro aparece como o principal destino do turismo de luxo no Brasil, segundo levantamento divulgado no Anuário BLTA 2026, produzido pela Brazilian Luxury Travel Association (BLTA) em parceria com o Centro Universitário Senac.
O estudo mostra que o segmento movimentou R$ 3,34 bilhões em 2025 no país. Entre os destinos analisados, a capital fluminense ocupa posição de destaque pela combinação de hotelaria, natureza, gastronomia, cultura e experiências personalizadas.
Os meios de hospedagem associados à BLTA registraram diária média de R$ 3.109 e receberam cerca de 1 milhão de hóspedes ao longo do ano.
Apesar da força do turismo internacional, os brasileiros ainda formam a maior parcela desse mercado. Eles representam 70% dos hóspedes. Os estrangeiros correspondem aos outros 30%.
Entre os visitantes internacionais, os principais mercados emissores estão na Europa, América do Norte e América Latina.
Experiência pesa mais na escolha
O levantamento aponta uma mudança no perfil do turista de alto padrão. Além de conforto e exclusividade, o visitante procura experiências ligadas à cultura, à natureza e ao cotidiano dos destinos.
No caso do Rio, essa combinação coloca a cidade em posição privilegiada. Praias, montanhas, gastronomia, patrimônio cultural e opções de hotelaria de alto padrão ajudam a ampliar a oferta para esse público.
Segundo o anuário, cresce também a procura por roteiros personalizados, com experiências menos padronizadas e maior contato com a identidade local.
Sustentabilidade ganha espaço no turismo de luxo
Outro ponto destacado pelo estudo é o aumento da preocupação ambiental no setor.
Parte dos hotéis e operadoras ligados à BLTA já possui certificações ambientais ou está em processo de obtenção desses selos.
As iniciativas incluem projetos de conservação ambiental, educação, desenvolvimento socioeconômico e valorização das comunidades locais.
A mudança acompanha um novo comportamento entre turistas de maior poder aquisitivo, que seguem procurando conforto e atendimento personalizado, mas passam a considerar também os impactos sociais e ambientais de suas viagens.
Com esse cenário, o Rio de Janeiro aparece na liderança nacional do turismo de luxo, reforçando o peso do setor para a economia turística da cidade.
O Rio de Janeiro aparece como o principal destino do turismo de luxo no Brasil, segundo levantamento divulgado no Anuário BLTA 2026, produzido pela Brazilian Luxury Travel Association (BLTA) em parceria com o Centro Universitário Senac.
O estudo mostra que o segmento movimentou R$ 3,34 bilhões em 2025 no país. Entre os destinos analisados, a capital fluminense ocupa posição de destaque pela combinação de hotelaria, natureza, gastronomia, cultura e experiências personalizadas.
Os meios de hospedagem associados à BLTA registraram diária média de R$ 3.109 e receberam cerca de 1 milhão de hóspedes ao longo do ano.
Apesar da força do turismo internacional, os brasileiros ainda formam a maior parcela desse mercado. Eles representam 70% dos hóspedes. Os estrangeiros correspondem aos outros 30%.
Entre os visitantes internacionais, os principais mercados emissores estão na Europa, América do Norte e América Latina.
Experiência pesa mais na escolha
O levantamento aponta uma mudança no perfil do turista de alto padrão. Além de conforto e exclusividade, o visitante procura experiências ligadas à cultura, à natureza e ao cotidiano dos destinos.
No caso do Rio, essa combinação coloca a cidade em posição privilegiada. Praias, montanhas, gastronomia, patrimônio cultural e opções de hotelaria de alto padrão ajudam a ampliar a oferta para esse público.
Segundo o anuário, cresce também a procura por roteiros personalizados, com experiências menos padronizadas e maior contato com a identidade local.
Sustentabilidade ganha espaço no turismo de luxo
Outro ponto destacado pelo estudo é o aumento da preocupação ambiental no setor.
Parte dos hotéis e operadoras ligados à BLTA já possui certificações ambientais ou está em processo de obtenção desses selos.
As iniciativas incluem projetos de conservação ambiental, educação, desenvolvimento socioeconômico e valorização das comunidades locais.
A mudança acompanha um novo comportamento entre turistas de maior poder aquisitivo, que seguem procurando conforto e atendimento personalizado, mas passam a considerar também os impactos sociais e ambientais de suas viagens.
Com esse cenário, o Rio de Janeiro aparece na liderança nacional do turismo de luxo, reforçando o peso do setor para a economia turística da cidade.